Acrocórdons: o que são, causas, locais comuns e remoção rápida na Clínica Saffine
Na Clínica Saffine, em Caxias do Sul, procedimentos rápidos restauram a pele lisa e uniforme. Procedimentos como eletrocoagulação ou crioterapia resolvem o problema em minutos, com anestesia local.
O que são acrocórdons?
Acrocórdons representam crescimentos benignos da pele, compostos por tecido fibroso e gorduroso, com diâmetro variando de 1 a 5 mm na maioria dos casos. Sua aparência lembra pequenas “verruginhas” moles, de cor semelhante à pele circundante, presas por um pedúnculo estreito que as diferencia de outros crescimentos cutâneos.
Essas lesões surgem em áreas sujeitas a fricção mecânica repetida, como dobras naturais do corpo. Embora inofensivas, multiplicam-se com o tempo e incomodam por ficarem presas em roupas ou acessórios. Diferenciam-se de verrugas por textura mais flexível e ausência de superfície áspera.
Prevalência maior ocorre em populações adultas, atingindo até 50% das pessoas após os 50 anos, segundo estudos dermatológicos.
Quais as causas dos acrocórdons?
O atrito constante da pele contra si mesma ou contra roupas inicia a formação desses crescimentos, estimulando o tecido a proliferar em resposta ao estresse mecânico. Regiões com maior umidade e calor, como axilas e virilha, favorecem esse processo devido à maior fricção diária.
Predisposição genética desempenha papel central, com histórico familiar aumentando o risco em até três vezes. Alterações hormonais, comuns na gravidez, menopausa ou uso de contraceptivos, elevam os níveis de insulina e estimulam o crescimento.
Obesidade e diabetes tipo 2 associam-se fortemente, pois excesso de peso cria mais dobras cutâneas e resistência à insulina promove proliferação celular. Fatores como sedentarismo e dieta rica em carboidratos refinados agravam essas condições.
Onde aparecem acrocórdons com mais frequência?
Pescoço e axilas concentram a maioria dos casos, pois dobras naturais geram atrito constante com colarinhos e mangas. Essas áreas expostas facilitam irritação por joias ou roupas justas.
Virilha, região inguinal e sob os seios seguem em frequência, especialmente em pessoas com sobrepeso, onde pele em contato cria ambiente propício. Mulheres relatam maior incidência nessas zonas devido a sutiãs e roupas íntimas.
Outros locais incluem pálpebras superiores, colo, região pubiana e até pregas abdominais. Em raros casos, surgem em mucosas orais ou genitais, exigindo avaliação para descartar outras lesões.
Acrocórdons são perigosos ou indicam problemas de saúde?
Essas lesões classificam-se como totalmente benignas, sem potencial maligno ou risco de transformação em câncer. Diferenciam-se visualmente de melanomas por uniformidade de cor e ausência de assimetria.
No entanto, a presença múltipla sinaliza atenção a condições metabólicas como síndrome metabólica ou resistência insulínica. Avaliação dermatológica descarta diagnósticos diferenciais como condilomas ou queratoses seborreicas.
Mudanças súbitas em tamanho, cor ou sangramento demandam exame imediato, embora raras em acrocórdons.
Acrocórdons doem ou causam desconforto?
Na fase inicial, permanecem assintomáticos e indolores, notados apenas pela aparência. Com crescimento, irritam-se por atrito com roupas, causando vermelhidão ou coceira leve.
Torção acidental do pedúnculo provoca dor aguda, inchaço e sangramento, simulando lesão traumática. Em áreas sensíveis como pálpebras, interferem na visão ou maquiagem diária.
Impacto psicológico surge pela visibilidade, afetando escolha de roupas e confiança em situações sociais ou íntimas.
Como remover acrocórdons de forma rápida e segura?
Métodos disponíveis na Clínica Saffine
Eletrocoagulação aplica corrente elétrica de alta frequência para cauterizar o pedúnculo, vaporizando a lesão em segundos com precisão milimétrica. Ideal para acrocórdons pequenos e múltiplos.
Crioterapia utiliza nitrogênio líquido a -196°C para congelar e necrosar o tecido, promovendo queda natural em 7-10 dias. Eficaz em áreas delicadas como pálpebras.
Shaving realiza corte superficial com bisturi após anestesia, seguido de eletrocautério para hemostasia. Indicado para lesões maiores.
Excisão cirúrgica reserva-se para pedúnculos grossos, com sutura mínima.
Vantagens dos procedimentos
Anestesia local tópica ou injetável elimina dor durante a sessão de 5-15 minutos. Sem cortes extensos, evita cicatrizes visíveis.
Ausência de downtime permite retorno imediato ao trabalho e exercícios.
Cuidados pós incluem apenas limpeza e proteção solar local.
Acrocórdons voltam depois da remoção?
Remoção completa impede recorrência no exato local tratado, pois elimina todo o tecido lesional. Novos acrocórdons surgem apenas em áreas não intervencionadas, devido a fatores persistentes como atrito.
Pacientes com múltiplas lesões observam redução geral após controle de peso e higiene. Sessões anuais de manutenção tratam lesões emergentes precocemente.
Estudos indicam taxa de recidiva baixa, inferior a 10% em seguimento de 2 anos.
Como prevenir o surgimento de acrocórdons?
Controle de peso corporal minimiza dobras cutâneas e reduz fricção, principal gatilho. Dieta equilibrada e atividade física regular combatem obesidade associada.
Roupas folgadas de algodão evitam irritação em axilas e virilha. Evite colares e pulseiras apertados em pescoço e punhos.
Hidratação diária da pele com loções não comedogênicas previne ressecamento e microlesões. Monitoramento mensal de dobras detecta lesões iniciais.
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